Multiplicação de microigrejas
Resumo: Planejamos intencionalmente para que famílias inteiras se voltem para Cristo! As histórias do Novo Testamento orientam nossas expectativas.
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Resumo: Planejamos de propósito para que famílias inteiras se voltem para Cristo! As histórias do Novo Testamento orientam nossas expectativas.
Observação: esta é a quarta publicação da nossa série “DNA do discipulado”, que apresenta o que consideramos valores fundamentais para o discipulado. O quarto valor fundamental da Pattern é “Multiplicação de microigrejas”.
A ideia de “microigreja” pode parecer bem estranha para nós, que somos americanos e estamos acostumados a pensar em igrejas como grandes edifícios. Mas é bom lembrar que, no fim das contas, uma igreja é uma reunião de cristãos… não importa como seja o lugar.
Para fazer discípulos de Jesus que também façam discípulos, precisamos dar atenção a práticas fundamentais, como anunciar o evangelho, encontrar “pessoas de paz”, deixar que os novos cristãos continuem em seu contexto social e transmitir a outros a visão de fazer discípulos. Acreditamos que o modelo de microigreja pode ajudar muito na multiplicação de discípulos. Microigrejas são pequenos grupos de cristãos que se reúnem em casas, locais de trabalho ou cafeterias, bem no contexto das pessoas que queremos alcançar. No mundo todo, a igreja está crescendo em comunidades de microigrejas!
Então, como começa o processo de multiplicação de microigrejas?
Primeiro, ao anunciar o evangelho, procuramos de propósito uma “pessoa de paz”. Uma pessoa de paz recebe o evangelho com alegria e convida com entusiasmo amigos e familiares para ouvir a mensagem com ela. A pessoa de paz demonstra esse comportamento mesmo antes de começar a seguir Jesus. Quando começa a segui-lo, fala do evangelho com entusiasmo. Se queremos ver a multiplicação acontecer, é bom procurar pessoas de paz que o Espírito Santo já preparou para receber a mensagem!
Depois, incentivamos as pessoas de paz a permanecer em seu contexto social para alcançar amigos e familiares. Isso significa que não queremos apenas que elas “venham até nós”; queremos que continuem em seu contexto social para compartilhar o evangelho com amigos e familiares. Muitas vezes, a pessoa que tem fome espiritual é afastada de seu contexto social (amigos e familiares), e sua nova vida passa a girar inteiramente em torno de uma igreja já estabelecida.
Sabemos que há situações em que um novo cristão precisa se afastar de relações que não fazem bem. Mas, para os novos cristãos que vivem situações “normais”, queremos que aprendam a falar de Jesus com amigos e familiares enquanto crescem na fé. Planejamos de propósito para que famílias inteiras se voltem para Cristo! As histórias do Novo Testamento orientam nossas expectativas: Cornélio (Atos 10), Lídia (Atos 16) e o carcereiro de Filipos (Atos 16).
Por fim, discipulamos os novos cristãos para que adotem a visão e as práticas de uma microigreja saudável. Primeiro, fazemos isso dando o exemplo de cuidar dos outros. Pergunte: “Quais são cinco amigos ou familiares que ainda não conhecem Jesus e por quem podemos orar juntos?” Depois, mostramos a eles um modelo simples de igreja. “Modelo de microigreja” é nosso último valor fundamental — vamos falar sobre isso em breve!
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